quinta-feira, 21 de março de 2019

Estrago de ciclone idai

número de mortos confirmados na sequência do ciclone Idai subiu para 242 em Moçambique e 139 no Zimbabué, segundo dados oficiais divulgados esta quinta-feira pela Organização das Nações Unidas (ONU). Os números foram avançados pelo chefe da região da África Austral do Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários da ONU (OCHA, na sigla em inglês), Gema Connell, em conferência de imprensa, que declarou ter recebido uma atualização do Governo moçambicano, "que confirma que o número de mortos aumentou para 242". O Governo do Zimbabué também comunicou ao OCHA que o número mais recente de balanço é de 139 mortos e 189 desaparecidos. As únicas estimativas conhecidas do Maláui continuam inalteradas, em 56 mortos e 177 feridos. O número total de mortos na sequência do ciclone Idai sobe, assim, para 437, segundo balanços provisórios divulgados pelos respetivos governos desde segunda-feira. A responsável, que falava por ligação telefónica a partir de Moçambique aos jornalistas na sede da ONU, em Nova Iorque, disse que os dados são preliminares e vão continuar a aumentar. A chefe regional sublinhou que muitas áreas em Moçambique continuam inundadas e a contabilização e retirada de corpos vai continuar a demorar algum tempo até ter um número exato. O OCHA está presente em vários locais afetados de Moçambique, nomeadamente na Beira, e tem tido um reforço de pessoal diário para apoiar a população nesta situação de emergência. De acordo com números divulgados hoje, em Genebra, pelo Programa Mundial Alimentar (PAM) das Nações Unidas, a passagem do ciclone Idai por Moçambique, Zimbabué e Maláui atingiu, pelo menos, 2,8 milhões de pessoas. O Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, decretou o estado de emergência nacional na terça-feira e disse que 350 mil pessoas "estão em situação de risco". Moçambique cumpre hoje o segundo de três dias de luto nacional. A Cruz Vermelha Internacional indicou que pelo menos 400.000 pessoas estão desalojadas na Beira, considerando que se trata da "pior crise" do género em Moçambique. O Idai, com fortes chuvas e ventos de até 170 quilómetros por hora, atingiu a Beira (centro de Moçambique) na noite de 14 de março, deixando os cerca de 500 mil residentes na quarta maior cidade do país sem energia e linhas de comunicação.

Estrago que ciclone idai fez em mzambique , no zimbabue e malawi

 Últimas Mais Vistas Idai Número de mortos em Moçambique sobe para 242 e no Zimbabué para 139 

domingo, 12 de junho de 2016

sábado, 11 de junho de 2016 Maleiane, Nazira e Silva Dunduro deixam Governo   O Presidente da Republica Filipe Nyusi vai anunciar dentro de dias uma remodelação profunda do seu governo central. Uma das esperadas saídas ‘e a do Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, que, segundo fontes da Carta de Moçambique (publicação em formação), colocou, por cinco vezes, seu lugar a disposição. Para além de Maleiane, uma fonte bem colocada adiantou os nomes da Ministra da... Saude, Nazira Abdula, e o da Cultura, Silva Dunduro, como estando na lista do PR. A remodelação será mais profunda, abrangendo mais ministros e alguns vices. Nyusi não devera mexer nos governadores provinciais. A saída de Maleiane era eminente. O economista, que já foi Governador do Banco de Moçambique, deixou o cargo confortável e bem remunerado de PCA do Banco Nacional de Investimentos (BNI) para ir dirigir o poderoso pelouro da Economia e Finanças, cujo poder na verdade sofre alguma erosão. Em pouco tempo, em vez de ser o cicerone da política económica e da execução orçamental, ele viu-se na pele do bombeiro de plantão no contexto da actual polémica do endividamento externo. Sua imagem foi-se desgastando embora suas competências sejam reconhecidas. Apanhado no meio do fogo cruzado de doadores, da opinião pública e de deputados da oposição, Maleiane manteve uma postura polida não evitando, no entanto, a circunstância incontornável de ter de engolir alguns sapos inesperados. Ele foi muito criticado quando pediu desculpas pelo endividamento recente, numa atitude que apenas se deveu a sua educação pessoal. Nazira Abdula devera deixar o Governo no meio de alegações de uma gestão pouco transparente, com o secto de medicamentos a revelar-se como o derradeiro campo de batalha. A Carta desconhece uma razão em concreto para a demissão de Silva Dunduro. In https:

domingo, 5 de junho de 2016

sábado, 4 de junho de 2016 “Soldados Zimbabuanos foram abatidos pelos Homens Armados da Renamo” avança a imprensa Zimbabuana   Um número não identificado de soldados zimbabuanos, trocou tiros com os Homens Armados da Renamo, avançou a imprensa Zimbabuana . “Um ônibus com soldados zimbabuanos foi atacada pelos Rebeldes da Renamo quando seguiam para Gorongosa, com o intuito de ajudar o governo moçambicano. Durante o ataque muitos soldados perderam a vida”, disse uma fonte que não quis se identificar à Radio Nehanda, Zimbabué. Muito recentemente, o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, fez uma revelação surpreendente aos jornalistas através de uma entrevista coletiva por telefone. O mesmo avançou que os soldados zimbabueanos faziam parte dos “mercenários” militares contratados pelo governo moçambicano para acabar com a Renamo.